Assunção Cristas garantiu apoios até 75% para produções agrícolas destruídas pelo mau tempo dos últimos dias. Esse dinheiro poderá reverter para os agricultores por via do PRODER.
Fiquei impressionado com os danos causados por todo o país, existindo casos de perda total em empresas familiares, sendo que algumas têm grande produção e são empresas exportadoras.
Nestes momentos de “catástrofe” ninguém é meigo a pedir e apressam-se logo a exigir apoios do Governo. Porque é que não vão pedir apoios ao S. Pedro? O Governo é o culpado de todos os males mas não foi quem chamou o mau tempo!
O PRODER é um programa de apoio ao desenvolvimento rural, não é propriamente uma companhia de seguros agrícolas!
Ironias à parte. A primeira pergunta que me ocorre sempre, nestas situações é “então e os seguros?”. Numa peça que passou num dos canais de notícias, o jornalista [inteligente] questionou sobre isso, ao que o agricultor [latifundiário, diga-se!] respondeu que as companhias não fazem. Se isso é verdade ou não, não sei. Tenho as minhas dúvidas mas se assim é, o Governo em vez que andar constantemente a atribuir subsídios por perdas, deveria legislar nesse sentido para essas produções estivem protegidas por seguros. Que os pequenos produtores não tenham seguro ainda se compreender, mas as grandes produções deveriam ter obrigatoriamente seguros. Se as outras actividades têm porque é que esta não tem?
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