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sexta-feira, 31 de maio de 2013

“Libertar Portugal da austeridade”

Foi uma iniciativa no mínimo curiosa. Porquê? Bem, começando pela organização: Mário Soares, Arménio Carlos, Manuel Alegre, Boaventura Sousa Santos e Pacheco Pereira.

Pacheco Pereira é uma pessoa muito indignada, que critica o Governo e as suas políticas. O Governo do seu [e meu] partido mas do qual ele se tem vindo a distanciar.  Este encontro que se dizia ser de unidade de esquerda contou com a ajuda de tão ilustre pseudo-comentador [não sei onde está a esquerda dele]. Pessoa que não apareceu por lá [vá-se lá saber porquê…]. É ainda de notar as ausências de responsáveis partidários.

Foi mais uma forma de propaganda esquerdista dos que se dizem alternativa e que querem eleições à força e a todo o custo. Aqueles que falam em unidade mas que jamais seriam capazes de se relacionar entre si. Note-se que Soares continua a piscar o olho a Portas. Porquê? Porque apesar da sua demência ainda revela, por vezes, sinais de lucidez e sabe que no fundo a “sua” esquerda não se entende e não é com esses que pode contar. Se deseja tanto o regresso dos socialistas ao poder, ele tem consciência que só pela mão do CDS o conseguirá.

2 comentários:

  1. NUNCA haverá consenso. Eu sou contra eleições ANTECIPADAS, pois infelizmente não existem alternativas crediveis. E esta dicotomia PS / PSD tem de acabar. 3 décadas nas mãos dos mesmos.
    Basta!
    É necessário que as mentes mudem e que os velhos do restelo deixem respirar uma lufada de ar fresco por aqueles que ainda acreditam na social democracia e nos seus princípios. Por aqueles que percam o medo e arrisquem libertar Portugal desta incompetência sem norte.

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    1. Neste momento o único consenso possível (ainda que por conveniência) é este. As pessoas têm de ser responsáveis e ver as coisas como elas são. Também não sou a favor de eleições porque isso não resolveria nada, aliás ia piorar. Seria mais um caso como o de Itália ou mesmo o da Grécia em que foi necessário repetir as eleições. Aquilo de que precisamos é de pessoas capazes que se decidam a "dar o corpo ao manifesto". Há por aí muitos treinadores de bancada mas que têm capacidade para liderar, só que não estão para se chatear.
      Há muito que venho a dizer que é necessária uma mudança profunda (PM incluído)...

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