Finalmente soube-se a data das eleições.
Falava-se por aí, com convicção, que seriam no dia 22 de Setembro (como desejava a direita), mas a escolha acabou por recair sobre o domingo seguinte (dia 29).
A justificação para esta selecção tem uma certa lógica: a maioria das pessoas já não estão de férias [como se o povo fosse de férias com a miséria que por aí anda].
Dia 22 de Setembro era demasiado cedo. A campanha seria feita ainda em tempo de férias.
O 29 não é o ideal. O povo está acostumado a ter autárquicas em Outubro mas as duas datas não são nada boas.
O dia 6 de Outubro, ao contrário do que diz Seguro, era perigoso tendo em conta as comemorações do 5 de Outubro, Porquê? Porque no suposto dia de reflexão teríamos os partidos políticos a discursar… Seria uma campanha encapotada, o que vai contra a lei!
O dia 13 é de facto, goste-se/concorde-se ou não, um dia de peregrinação em que muita gente acorre a Fátima e obviamente não vai votar.
Tendo em conta o crescente número de abstenções, é mesmo bom que se escolha a data mais favorável aos eleitores…